Licensa

08/03/2014

Todos iguais, apesar de diferentes

O desafio colocado ao professor é perceber como se dá o desenvolvimento de cada uma das crianças para que ele possa apoiá-las em suas especificidades, promovendo situações de envolvimento e interação com as outras crianças, que favoreçam a transformação e ampliação do seu repertório cultural, maximizando o suas aprendizagens. Seu planejamento deverá possibilitar o envolvimento de todas as crianças. Em se tratando de crianças surdas, é fundamental que o professor use a Língua Brasileira de Sinais e privilegie o uso de recursos visuais.
Assim como para qualquer criança, o professor de crianças surdas necessita: 
  • acreditar que elas podem aprender e que sua vivência na Educação Infantil lhes será benéfica; 
  • preparar cuidadosamente as atividades que propõe. As crianças surdas serão significativamente ajudadas se as atividades forem visuais;
  • organizar atividades diversificadas em sequências que possibilitem a retomada dos passos já dados;
  • estabelecer rotinas diárias e regras claras para melhor orientar as crianças; 
  • estimular sua participação em atividades que envolvam diferentes linguagens e habilidades, como linguagem corporal, trabalhos manuais, desenho etc., e promover-lhe variadas formas de contato com o meio externo; 
  • dar-lhes oportunidade de ter condições instrucionais diversificadas: trabalhar em grupo, aprendizado cooperativo, uso de tecnologias, diferentes metodologias e diferentes estilos de aprendizagem. O uso de recursos visuais, como apoio às produções escritas, pode ajudar as crianças surdas, principalmente no início da aprendizagem da Língua Portuguesa escrita;
  • garantir o tempo que as crianças surdas necessitam para realizar cada atividade, recorrendo a metodologias de ensino flexíveis e individualizadas;
  • realizar uma avaliação processual que acompanhe a aprendizagem das crianças surdas com base em suas capacidades e habilidades, e não em suas limitações;
  • estabelecer contato frequente com as famílias para melhor coordenar as condutas, para troca de experiências e de informações. Fonte

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