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27/09/2013

Desperdício de água

(80) Tumblr
Estrelada por um bebê que está aprendendo a andar, a propaganda da WWF mostra que “a água é muito preciosa para ser desperdiçada”.

A questão da charge Por Fernanda de Moura Ferreira


Em geral, muitas pessoas confundem a charge com histórias em quadrinhos, tirinhas cômicas, cartuns. Isso ocorre por todos esses gêneros compartilharem uma característica bastante singular: a linguagem dos quadrinhos. Porém, apesar das semelhanças entre eles, são gêneros diferentes e, portanto, cada um guarda características que os singularizam. Assim, como é do interesse neste momento, vejamos alguns traços que caracterizam o gênero discursivo charge
Há uma bibliografia vasta a respeito da charge nas mais diferentes vertentes dos estudos linguísticos, atentando para a materialidade linguística, a imagem, o social, os possíveis trabalhos pedagógicos com ela como instrumento, a argumentação. E é exatamente por isso que alguns indagam se ainda há algo para se pesquisar em um gênero tão investigado. Já sabemos que a charge é um texto que tem uma potência pedagógica expressiva dependendo do que se esteja pensando em fazer dentro de sala de aula, muitas sugestões foram feitas e muitas experiências são relatadas em trabalhos publicados em eventos acadêmicos de vários níveis. Sabemos também que há uma literatura extensa sobre a questão da materialidade e das características da charge (teor opinativo, vida útil curta, situacionalidade altamente pontual, linguagem breve - quando há -, uso da imagem, uso da figura de personalidades, temática variada determinada pelo contexto imediato). Não apenas sobre materialidade, mas a relação entre charge e sociedade para ver através do gênero como a própria sociedade faz seu autorretrato, bastando observar o título de alguns trabalhos sobre a charge: “A charge: função social e paradigma cultural”, de Andréa de Araujo Nogueira, “Charge: uma abordagem parodística da realidade”, de Edilaine Gonçalves Ferreira, “Estudo sobre as charges: o meio ambiente retratado pelo desenho na imprensa gaúcha”, Tatiana Cristina Feldens. 
Tais trabalhos são de diversas áreas do conhecimento e têm um corpus em comum, a charge, e esta tem se mostrado um instrumento eficaz de estudos diversos na área das ciências humanas por espelhar opiniões sobre diversos fatos e mesmo que a charge não chegue a todos os segmentos sociais, ela consegue atingir um público grande por meio da internet, jornais e televisão, podendo ser, assim, pensada enquanto gênero de massa. 
E é exatamente por esse caráter de “vitrine” que pensamos a definição desse gênero discursivo tão particular. (...)
O texto chargístico não apenas traz uma crítica ao social de maneira contundente e risível, ele recria a realidade por meio da expressão de seu ponto de vista, opina e noticia concomitantemente, recriando a situação de maneira criativa. Podemos evidenciar isso pelas caricaturas que sempre recriam a imagem das personalidades da política ou de pessoas famosas. A exacerbação dos traços e o realce dos defeitos na caricatura é um dos instrumentos que a charge usa para reinventar a realidade. O riso da charge é outro fator que faz dela uma vitrine singular do social, por ser através dele que a crítica social consegue atingir pontos que a seriedade jamais alcançaria. Essa relativização que o riso proporciona possibilita muitas vezes uma crítica mais pesada. Há quem questione o riso como característica do texto chargístico. A nosso ver, o riso é uma característica sim devido a um dos objetivos do gênero ser criticar de maneira cômica. Contudo, temos de reconhecer que nem sempre tal riso desponta e para isso temos duas explicações: a primeira é de que todo gênero apresenta características relativamente estáveis, ou seja, não necessariamente todos os textos classificados como artigo de opinião têm de apresentar todos os traços que identificam um texto enquanto artigo de opinião, um terá uma característica que pode não ocorrer em outro e nem por isso ambos deixarão de pertencer ao mesmo gênero; e a segunda é de que nós emitimos juízos de valor sobre tudo e pode acontecer de o ponto de vista da charge estar totalmente ao inverso do ponto de vista do leitor e isso causar um estranhamento tamanho que o leitor não consegue negociar com o acento do texto para então entrar em seu jogo e alcançar o riso, pois muitas vezes o humor pede que nos desvencilhemos um pouco dos nossos pontos para enfim possibilitá-lo, podendo-se dizer que daí nasce o humor negro que muitas vezes causa horror ao invés de humor – efeito contrário.
O acervo foi construído por meio do arquivamento feito diariamente de charges publicadas no site www.chargeonline.com.br no período de 13 de agosto a 28 de outubro de 2011, tendo a presidente como figura principal.

Charge

A charge possibilita discutir a importância do professor conhecer a biblioteca da escola para um melhor direcionamento da pesquisa escolar.
(...) “uma importante contribuição dos estudos do letramento para a reflexão sobre o ensino de língua escrita na escola é a ampliação do universo textual”. Para ampliar esse “universo textual”, a fim de incluir, “os textos comuns, sobre assuntos corriqueiros, de circulação cotidiana” é preciso ter uma noção de texto rica e complexa: um objeto material, às vezes com uma simples fachada, mas que sempre tem por trás, ou por baixo, ou por cima, uma vasta rede de salas, galerias, caminhos, corredores que se entrecruzam e podem ser percorridos de formas diferentes por cada um que por ele adentra. Os tijolos dessas salas, corredores e galerias são as palavras e as imagens, os espaços vazios e os espaços preenchidos. São essas combinações de linguagens verbal e não verbal que fazem do texto um objeto cultural com múltiplos significados potenciais para seus potenciais leitores. (...)
 
A charge permite analisar as possibilidades que a internet oferece a nossos alunos.
Uma briga entre dois adolescentes no Parque da Cidade deixou a segurança pública do Distrito Federal em alerta. Para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), o combate ocorrido ontem perto da Sociedade Hípica de Brasília entre dois adolescentes — e presenciado por mais de uma centena deles. Segundo relato dos adolescentes, o jovem que venceu o confronto só parou de esmurrar o rival quando quebrou um dos dedos da mão.
A onda de violência que atinge escolas no Brasil também é vista em outras partes do mundo. Nos últimos tempos, casos de jovens assassinados em nossas escolas se alternam com notícias de matanças múltiplas em colégios norte-americanos. Há notícias de agressões também contra professores. Fonte

25/09/2013

Árvore caída

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O outdoor caído substitui uma árvore para chamar a atenção: “se fosse uma árvore, você nem teria notado”. A propaganda foi criada para recepcionar os participantes de um congresso mundial de biodiversidade em Curitiba, patrocinado pelo HSBC.

Ausência - Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

17/09/2013

Sobre Ciência Hoje das Crianças

Somos a Ciência Hoje das Crianças, uma revista feita pelo Instituto Ciência Hoje para despertar a curiosidade de meninos e meninas como você. Queremos mostrar que a ciência pode ser divertida e que está presente na vida de todos nós.
Folheando a CHC, você vai conhecer os mascotes da revista – os dinossauros Rex e Diná, além do zangão Zíper. Vira e mexe essa turma aparece para apresentar animais ameaçados de extinção, fazer descobertas sobre o passado da Terra, conversar sobre o futuro, responder a perguntas muito intrigantes e ajudar os leitores a fazer experimentos. Como eles são tão sabidos? Os cientistas é que contam tudo pra eles – mas não espalha!
Nota dez!
A CHC é a primeira revista brasileira sobre ciência para crianças. Ela foi criada em 1986 e já ganhou até um prêmio muito importante, o prêmio José Reis de Divulgação Científica.
A qualidade de tudo o que a CHC publica é considerada tão boa que mais de 60 mil escolas públicas do Brasil recebem a revista em suas bibliotecas. Isso quer dizer que, além de informar e divertir, a revista é uma fonte de pesquisa para milhares de estudantes e professores nas mais diferentes regiões do país.

Amazônia no quintal de casa

fotos da amazonia - Pesquisa Google
Nada como satirizar o perverso mercado imobiliário e suas enganações: “charme e riqueza em um pedacinho do paraíso”. Frases como essa te lembram alguma propaganda de imóveis? Nesse vídeo do Greenpeace, a área em questão é a Amazônia: “venha, traga sua plantação de soja, traga o gado, traga quem quiser!”. Que tal?

A leitura foi o diferencial

Larissa Comazzetto estudou no Colégio Militar de Santa Maria (Foto: Larissa Comazzetto/Arquivo Pessoal)
No dia em que recebeu o trote do curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na Região Central do Rio Grande do Sul, a estudante Larissa Reghelin Comazzetto, de 17 anos, descobriu que a redação que fez durante o Enem do ano passado foi apontada como modelo no guia do participante do exame, lançado pelo Ministério da Educação. Empolgada com a novidade, a caloura disse que a paixão pela leitura e a dedicação nos estudos foram os principais fatores que a levaram a ser uma entre cinco estudantes do país a terem os textos usados como exemplo.
“Sempre li bastante, desde pequena. Tive uma professora particular de redação, porque sabia que era muito importante e queria investir nisso. Minhas professoras sempre me disseram que para escrever bem temos de ler muito”, conta a menina em entrevista por telefone ao G1 na quinta-feira (5), após ser pintada no trote.
Orgulhoso, o pai de Larissa, o contador Paulo Comazzetto, de 49 anos, destaca o apego da filha aos livros. “Em termos de educação no país, só se consegue uma boa formação com o incentivo à leitura, e ela gosta muito de ler”, diz. “Quando ela faz aniversário, se você perguntar que presente ela quer, ela vai dizer 'um livro'. É o que ela sempre carrega junto”, acrescentou.
O tema proposto para a redação era o "Movimento imigratório para o Brasil no século XXI". De acordo com o comentário no próprio guia do MEC, Larissa demonstrou “domínio da modalidade escrita formal”. Ela cita o crescimento econômico do país como fator que atrai estrangeiros, e sugere que sejam tomadas iniciativas pelo governo para regularizar as situações dos imigrantes. Para isso, de acordo com o manual, ela usa corretamente vários recursos da Língua Portuguesa.
Reprodução (Foto: Reprodução/G1)
“O treino foi fundamental”, destaca a estudante. “No início do ano passado, quando eu estava começando o terceiro ano, eu escrevia bem, mas tinha dificuldade para montar e fazer as ligações e deixar meu texto coerente. Mas eu fazia cinco ou seis redações por semana, e treinando a gente vai pegando o jeito”, explica. Fonte: G1

13/09/2013

Publicidade é tudo na vida

Sabemos que Publicidade é tudo para uma empresa/comércio/projeto, enfim, é muito importante ter uma boa estratégia de marketing também para conseguir novos clientes ou fidelizar outros. Trouxemos uma tirinha para vocês mostrando com pouco de humor, uma estratégia que essa empresa tomou para que chamassem atenção do público enquanto fazia o seu outdoor, principalmente dos homens né? Pois então, nós que trabalhamos com comunicação, sabemos a importância disso. Veja a tirinha abaixo e acredito que você também ficou com raiva. Fonte

A melhor história de Maurício de Souza: Amizade

12/09/2013

Uma hora volta pra você

Natureza é Vida
A animação de um minuto da WWF mostra como tudo está interligado e convida o público a refletir sobre como nossas ações não são isoladas.

Invernáculo - Paulo Leminski

Untitled
Invernáculo

Esta língua não é minha,
qualquer um percebe.
Quem sabe maldigo mentiras,
vai ver que só minto verdades.
Assim me falo, eu, mínima,
quem sabe, eu sinto, mal sabe.
Esta não é minha língua.
A língua que eu falo trava
uma canção longínqua,
a voz, além, nem palavra.
O dialeto que se usa
à margem esquerda da frase,
eis a fala que me lusa,
eu, meio, eu dentro, eu, quase.
Facebook

Crença rígida nas gramáticas espanta. Por Sírio Possenti

Para o linguista Sírio Possenti, empréstimos de outros idiomas são naturais 
(Foto: Getty Images)
Um dos temas que mais rendem colunas neste espaço é o da ignorância de nossos intelectuais quando a questão são as línguas. Presto especial atenção aos que vão um pouco além do trivial em algum dos ramos de atividade que exigem escrita – jornalistas “culturais”, romancistas menos “formais” etc. Espero sempre que eles saibam o que é o material de que vivem. Mas decepcionam quase sempre.
Meu espanto não se deve, evidentemente, ao fato de não serem especialistas em teorias linguísticas. Só se pode exigir isso dos linguistas  e, além disso, qualquer um sabe que ninguém pode ser especialista em todas as áreas de uma disciplina. Não espanta descobrir que José de Alencar sabia muito sobre o Brasil, mas menos do que um historiador, ou que João Ubaldo sabe muito sobre cultura popular, notadamente a baiana, mas, provavelmente, menos do que um antropólogo.
O que espanta são as abordagens excessivamente estreitas sobre língua, a crença nas gramáticas e manuais, já que é um escritor e, nesse papel, não é um copiador de regras.
Aposto que João Ubaldo tem uma boa estante de “estudos sociais”. Mas a estante com livros sobre língua, aposto de novo, só tem gramáticas normativas e dicionários. Duvido que tenha lido algum livro sobre tipologia linguística, no qual pudesse vir a saber que línguas (ou dialetos) se caracterizam por diferentes alternativas morfológicas ou sintáticas, por exemplo.

11/09/2013

Bem no fundo - Paulo Leminski

Paulo Leminski
Paulo Leminski morreu no dia 7 de junho de 1989, em consequência de uma cirrose hepática que o acompanhou por vários anos. 
(2) Viver, ouvir e ler | via Facebook
Bem no fundo

No fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto

a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela — silêncio perpétuo

extinto por lei todo o remorso,
maldito seja que olhas pra trás,
lá pra trás não há nada,
e nada mais

mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande,
e aos domingos
saem todos a passear
o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas.

Desculpe, urso polar

Recovery is Beautiful | via Tumblr
O clichê máximo do aquecimento global: o urso polar que perde seu habitat. Até aí, tudo bem. Mas o bicho, que nada tem a ver com a ignorância humana, caminha até uma cidade e abraça o proprietário de um veículo elétrico, como se dissesse: “obrigado por não usar combustíveis fósseis”. A linha tênue entre ser criativo e forçar a barra…

"Modos de ler" Elie Bajard

Em que consiste a metodologia?
Sensibilizar os professores a uma abordagem da leitura baseada na prática do livro. Aprender a ler sem livro é o mesmo que aprender a nadar sem água. Durante a formação pretendo oferecer aos educadores dois “modos de fazer” educacionais que poderão dar sentido à sua atuação, qualquer que seja o método utilizado por eles.
O primeiro “modo de fazer” consiste em propor à criança afastada do mundo da leitura a aproximação do livro que as crianças de pais letrados recebem em casa, isto é, escutar textos e folhear livros. Cada pessoa letrada pode se tornar mediadora de leitura.
O segundo “modo de fazer” se dirige ao professor para que ele possa colocar a criança numa verdadeira situação de descoberta de texto. O ato de ler consiste em transformar um texto desconhecido em texto conhecido. Esse ato deve ser introduzido no âmago de qualquer método, pois o professor tem a responsabilidade de ensinar a criança a compreender o texto.
Quais suas expectativas em relação à experiência de trabalhar uma metodologia como essa numa realidade como a do Nordeste rural do Brasil?
Espero conseguir suscitar nos professores que eles precisam de livros para trabalhar a prática da leitura. E espero conseguir convencê-los de que precisam disso. Imagino que posso encontrar professores que não tenham nada para trabalhar, não tenha livros, e quem irão me questionar sobre como fazer. Como ensinar alguém a nadar numa tal situação de seca em que me encontro?
Há quanto tempo trabalha essa metodologia? E porque aceitou o convite do SEDUP?
Moro em Paris e trabalho há mais de 40 anos em vários lugares do mundo. Nunca trabalhei diretamente no meio rural no Brasil. E quando soube que essa experiência seria no interior da Paraíba me interessei em vir. Fonte

10/09/2013

Reciclagem: uma história de amor

Pop tab heart
A campanha da Friends of the Earth (Amigos da Terra) da Inglaterra narra a história de amor entre duas embalagens de leite, que saem juntas da fábrica e se separam no momento da reciclagem. “Se você gostaria de ver um final feliz, diga ao Governo que quer menos lixo e mais reciclagem”.

Adaptações para os materiais escolares

A tecnologia assistiva é um auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência.
Não deve se voltar unicamente a promover uma habilidade no aluno, fazendo com que ele realize tarefas como as de seus colegas. A Tecnologia assistiva na educação será o meio pelo qual esse aluno possa fazer do seu jeito e assim ele se tornará ativo no seu processo de desenvolvimento e aquisição de conhecimentos.
 
- Jogos das cores- confeccionados com tampinhas coloridas, caixa de papelão, papel contact, velcro, folhas coloridas e latas revestidas de cores. O aluno brinca fazendo a correspondência das cores e depois pode explorar outros conceitos como quantidades.
- Jogos de Matemática - Tampinhas, cartões plastificados,velcro e desafios matemáticos.
- Separador de páginas - Colando feltro adesivo entre uma página e outra.
- Auxílio para virar a página com velcro - Colar um pequeno velcro em cada pé de página do livro e confeccionar uma luva de dedo, com velcro oposto na ponta. O contato do dedo da luva, com o velcro da folha, facilitará a ação de virar a página. Fonte

Toda pele é roubada

By Denice
De forma bem-humorada, uma campanha da ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) traz à tona a importante e triste reflexão sobre o real valor do couro e peles utilizados em roupas e acessórios. Assista e ajude a responder: “Que tipo de pessoa rouba a pele de alguém?

09/09/2013

Dica de livro: Mundo Singular – Entenda o autismo

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Mundo Singular – Entenda o autismo” é um livro sobre a visão de mundo, os desafios, o brilhantismo e os tratamentos e as perspectivas futuras de crianças com autismo. A doutra Ana Beatriz Barbosa Silva e seus coautores, Mayra Bonifacio Gaiato e Leandro Thadeu Reveles, especialistas em psiquiatria e psicologia da criança, descrevem os sintomas, o diagnóstico, a visão da família, a visão da escola, os tratamentos, e as variações dessa condição ainda pouco compreendida e muito estigmatizada. Com uma linguagem acessível e relatos de casos reais, este livro pretendo ser um guia para informar e tranquilizar pais, professores e familiares em busca de informações cientificamente embasadas sobre o autismo no Brasil.

05/09/2013

O computador é o novo arco e flecha

Para conhecer o material na íntegra: clique aqui
Indio quer Respeito e Paz
Campanhas, Cultura, Educação
Em 2003 com patrocínio: Ford Foundation, através da CERIS – Centro de Estudos Religiosos e Sociais e Apoio: UNESCO, FUNAI, ANAI e Universidade Estadual de Santa Cruz/BA; a THYDÊWÁrealizou a Campanha: “ÍNDIO QUER RESPEITO” junto à Comunidade Tupinambá/BA (4.636 índios) em prol do resgate e valorização dos seus direitos com a qualificação de 20 índios para proferir palestras para 15.000 alunos da rede pública de Ilhéus/BA.
Em 2004 e 2005: “ÍNDIO QUER PAZ” com patrocínio: Brazilfoundation e Apoio Institucional: UNESCO, ANAI Prefeitura de Pau Brasil, de Camacan, de Itajú do Colônia, Associação Unidos do Morro, Movimento Negro de Pau Brasil e CIMI; a THYDÊWÁ realiza a Campanha junto à Comunidade Pataxó-Hãhãhãe (3.132 índios) em prol da promoção da paz; qualificação de 20 índios para proferir palestras para 15.000 alunos da região.
Em 2006: “ÍNDIO QUER PAZ” em parceria com RELACS, CONSELHO REGIONAL DO LIMOUSIN (FRANÇA) e o apoio Institucional: Prefeitura de Pau Brasil, de Camacan, Associação Unidos do Morro, Movimento Negro de Pau Brasil. Campanha junto à Comunidade Pataxó-Hãhãhãe (3.132 índios) em prol da promoção da paz; qualificação de novos 15 índios para proferir palestras para 5.000 alunos da região.
Em 2006: “INDIOS NA FRANÇA”. Cinco indígenas realizaram uma Tournée de Intercambio Cultural por sete cidades da França, entre sete de Setembro e 22 de Outubro; em parceria das sete prefeituras francesas e algumas associações internacionais como: CISA, MDH, RELACS; Contando mais de 100.000 pessoas; participando de encontros na OIT e na ONU.
Em 2007 Recebemos o Premio Direitos Humanos na categoria promoção da Igualdade Racial, outorgado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH). Fonte

Portal Índio Educa tem 200 artigos escritos por indígenas para ajudar professores e estudantes

Ainda nos primeiros anos da escola, quando as crianças têm seus contatos iniciais com a história brasileira, uma das perguntas propostas por muitos professores é “Quem descobriu o Brasil?”. A esta indagação, é comum que se espere que a criançada em coro responda “Pedro Álvares Cabral”.
Ao atribuir ao navegador português a descoberta do país, esta versão dos acontecimentos desconsidera as estimadas 5 milhões de pessoas que aqui viviam antes da chegada dos europeus. Para tentar minimizar este e muitos outros desrespeitos à cultura indígena, a ONG Thydêwá resolveu criar uma plataforma online para que os índios desenvolvam materiais didáticos que contem sua história e atualidade.
No site Índio Educa, é possível encontrar artigos a respeito de diferentes etnias e tribos brasileiras, todos escritos por indígenas. Os assuntos são diversos, e vão de aspectos históricos ao cotidiano. ”A época do índio sem voz está terminando. Este projeto tem o objetivo de empoderar o indígena para dialogar. Trabalhamos em cima dos preconceitos que existem, como pessoas que acham que eles ainda vivem nus”, conta o presidente da Thydêwá, Sebastian Gerlic.
A ideia surgiu em 2008, quando a Lei 11.645 tornou a temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena” obrigatória no currículo oficial da rede de ensino. Desde então, a ONG começou a reunir jovens indígenas interessados em produzir material de apoio a professores e alunos, e o Índio Educa foi lançado em 2011.
“Percebemos uma carência de material didático para dar subsídio a essas disciplinas. Então, chamamos indígenas que estão em universidades para formar um grupo de trabalho. Hoje o site tem 200 matérias provenientes de 10 etnias diferentes”, explica Gerlic.
O conteúdo do site é todo em formato de Recurso Educacional Aberto, com licença Creative Commons. Isso significa que o material pode ser utilizado e modificado por outras pessoas, como professores que queiram montar um conteúdo didático próprio. Fonte