19/12/12

Projeto Trilhas: "Quer brincar de pique esconde"?

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"Quer brincar de pique-esconde?" narra as estripulias de um macaco brincalhão que convida todos os bichos para brincar de pique. O coelho rapidamente se esconde no alto do coqueiro, mas deixa as orelhas de fora. A girafa corre para atrás do galho, no entanto seu pescoço a impede de se esconder direito. Ou seja: cada bicho acaba sendo descoberto devido a uma característica que o denuncia. O enredo estabelece um elo com a própria essência do jogo de esconde-esconde. No final, há uma grande ilustração que mostra todos os bichos escondidos para que a criança os encontre na paisagem. Obra para ser lida por um adulto às crianças que ainda não alfabetizadas ou para serem apreciados por aquelas que se iniciam na leitura. Fonte
O desenvolvimento cerebral das crianças é ameaçado por sua incapacidade de trabalhar com as mãos em casa e na escola.
O fato de as escolas abandonarem as aulas de marcenaria, música, mecânica e artes, além da preferência das crianças pelo computador, vem se tornando um "software", em vez de uma sociedade "chave-de-fenda".
"Trabalhar com suas próprias mãos no ambiente de um mundo real em 3D é um fator imperativo para um completo desenvolvimento cognitivo e intelectual. Isso permite que os jovens tenham conhecimento de como o mundo realmente funciona na prática, dos materiais e dos processos. Além disso, conseguirão fazer julgamentos de conceitos abstratos", afirmou o Dr. Aric Sigman, autor do relatório.
O estudo aponta exemplos de crianças com 11 anos de idade, que possuem certas deficiências em determinadas áreas de seu desenvolvimento cognitivo e uma redução das habilidades de jovens engenheiros e aprendizes de conceitualizar problemas mecânicos óbvios.
"As implicações para a economia são significativas e realmente vão melhorar a questão das habilidades da mão-de-obra para usar o computador em pesquisas, design e desenvolvimentos. Mas, os pais têm a responsabilidade de garantir que as crianças terão mais trabalhos manuais".
Para o especialista, é necessário também que as escolas abram mão da atitude esnobe de praticar os testes vocacionais nas escolas. "Trabalhar com as mãos é considerada uma atitude desclassificada e os cientistas, muitas vezes, são vistos como trapaceiros".
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De acordo com Oliveira (2009), o mais importante ao contar a história é o envolvimento da criança. Quando ela se identifica com alguma parte da narrativa, deve ser dado espaço a ela para falar de suas experiências relacionadas à história. Portanto, acredita-se que os recursos sugeridos farão com que os alunos participem mais e com prazer desta atividade, aproximando-os da literatura. Sempre que possível é importante que o professor relacione a história com diversos assuntos, propiciando, além do desenvolvimento intelectual, cognitivo e afetivo, situações que favoreçam o letramento.
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OLIVEIRA, Maria Alexandre de. Dinâmicas em Literatura Infantil. São Paulo: Paulinas, 2009.

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