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17/12/2012

Projeto Trilhas: "Uma girafa e tanto"

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POR QUE LER
Porque os contos cumulativos fazem parte da nossa cultura e são uma forma lúdica de mexer com a imaginação, atenção e memória das crianças. Os alunos se apropriam rapidamente das histórias, prevendo o que acontecerá com cada personagem novo que aparece, o que favorece a competência narrativa e a alfabetização. Os temas e personagens abordados são típicos da zona rural brasileira, mostrando a diversidade cultural do nosso povo.
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ANTES DE LER
O conto cumulativo vai se repetindo e acrescentando novos personagens. Que tal sensibilizar seus alunos fazendo isso com desenho?
• Peça aos seus alunos que se sentem formando uma roda. Dê uma folha em branco para cada um e peça para que façam um desenho bem simples. Peça que cada aluno passe seu desenho para o colega da direita e receba o da esquerda. Agora, cada um vai completar o desenho que recebeu. Peça que troquem novamente, assim sucessivamente até que os desenhos voltem aos seus donos. Eles verão como o desenho ficou diferente, enriquecido de detalhes.
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DURANTE A LEITURA
Incentivar a leitura pode ser uma grande brincadeira...
• Vá lendo e encoraje seus alunos a dizerem o que vem depois. Eles vão se divertir tentando lembrar os personagens e as ações que já apareceram e adivinhar o que vai acontecer com o próximo.
• Em algumas histórias, como em “O casamento de Maria e João” e “Uma orquestra diferente”, é possível criar uma música que se repete a cada novo personagem que aparece. Em “A raposa enganada”, seus alunos podem imitar os sons dos animais que vão aparecendo. Fonte
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O livro infanto-juvenil "Uma Girafa e Tanto", ilustrado e escrito por Shel Silverstein, conta de maneira bem humorada e em versos rimados e traduzidos para o português pelo poeta Ivo Barroso, uma história de reflexão sobre o excesso de consumo no mundo em que vivemos.
Nesta história, um garoto é dono de uma girafa e resolve acumular muitas coisas em cima dela com a finalidade de ter "uma girafa e tanto".
A partir daí a girafa é incumbida de levar todas as coisas que o garoto coloca em suas costas e só para quando cai no buraco do tatu e percebe que pode existir sem tudo aquilo. Neste jogo de acumulações, o autor evidencia a crítica ao modo de vida atual e as falsas necessidades de consumo, nas quais as pessoas são impulsionadas a comprar mercadorias inúteis.
Este livro recebeu as seguintes indicações: Programa Nacional do Livro Didático 2005, Programa Nacional Biblioteca da Escola 2005 e Programa Ler e Escrever 2007. Fonte
Cosac Naify
"O prazer pela leitura e pela contação de histórias não é algo que possa ser impingido a alguém. Também não é possível forjar brilho no olho ao dar voz a um conto. Esse "reluzir" vem da relação que o contador estabelece com a história escolhida". Laerte Vargas
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