22/12/12

Projeto Trilhas: "A flauta do tatu"

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Sinopse
Nos contos populares brasileiros, a onça sempre representou o poder despótico. Contra ela, surge, em cada história, um animal que, por meio da inteligência, consegue driblar a adversária e, na maioria das vezes, levar a melhor na disputa. Os três títulos da coleção Virando onça: "A casa da onça e do bode", "O bicho folharal" e "A flauta do tatu" lançados simultaneamente pela Rocco, jovens leitores, trazem textos tradicionais protagonizados por este personagem tão familiar à imaginação do povo, e recontados com novos sons e novas cores criados por Angela Lago, grande artista da palavra e da imagem. Ambas sempre surpreendem. Assim como a criatividade de suas histórias e a atualidade dos temas trabalhados nas suas obras. Para Angela, ilustrar um livro, é tentar desenhar o que não está dito no texto e "acentuar um ou outro momento, criando um ritmo visual para a narrativa". Ao longo de sua carreira, Angela Lago ganhou vários prêmios importantes, mas "o elogio e as palavras simpáticas de uma criança valem mais do que todos eles juntos." De estilo literário sucinto e divertido, com ilustrações vibrantes e muito bem-humoradas, os livros garantem a atenção tanto de leitores iniciantes quanto daqueles já com bastante experiência. Em "A flauta do tatu" tudo gira em torno do prato predileto da onça. Advinhem qual era? Sopa de tatu, claro. Pelo menos era isso que ela alardeava aos quatro ventos e, inclusive, na cara do pobre coitado. O tatu ficou tão contrariado que inventou uma canção ridicularizando a onça. Quando ela soube, não vacilou e partiu para tomar satisfação. Fonte
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"Vivemos um final de século psicologizado, onde a infância é vista  como uma etapa, a criança, um “vir a ser”. Esquecemos que nós adultos também somos um “vir a ser”, que continuamos nos transformando a cada momento e que esta é justamente a riqueza do momento. Esquecemos que o permanente talvez seja apenas as lembranças, ou nem elas, já que a memória vive na casa da imaginação". (Lago, 1992, p. 16)
LAGO, Ângela (1992). “Um livro de areia”. In: Cadernos de Letras/Série: Literatura infanto-juvenil. Goiânia: UFG. n. 8.
______ (2005a).  A casa da onça e do bode. Rio de Janeiro: Rocco.
______ (2005b). A flauta do tatu. Rio de Janeiro: Rocco.
______ (2005c). O bicho folharal. Rio de Janeiro: Rocco.
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Sobre a autora:

Dramatização:
De acordo com Oliveira (2009) é possível a adaptação das histórias infantis para representação de seu texto para o teatro; assim, as crianças assumem o papel dos personagens e os representam. Dependendo dos recursos da escola, as crianças poderão usar fantasia, máscaras e diversos objetos para representação do teatro. Ainda destaca que a história não deve ser elaborada pelo professor e dada pronta para ser “decorada”; antes, será muito mais enriquecedor se as crianças participarem de todo o processo.
Porém, o importante, ressalta a autora, é que “a criança (o aluno) assimile a mensagem transmitida pela história e verbalize seu conteúdo, usando a linguagem oral e gestual” (Oliveira, 2009, p.25).
OLIVEIRA, Maria Alexandre de. Dinâmicas em Literatura Infantil. São Paulo: Paulinas, 2009.
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“Dá para imaginar que, por maiores e mais avançados que sejam os recursos contemporâneos de transmissão da informação, uma educação de qualidade pode se dar ao luxo de dispensar a leitura de literatura, ou de ter dúvidas sobre a sua importância, ou de ficar discutindo em círculo sobre as diversas firulas que podem (ou não) caracterizar métodos de se chegar lá? Ou entendemos que não há educação sem leitura e nos alarmamos com a situação brasileira, ou estamos perdidos” (“Balaio”, de Ana Maria Machado, Editora Nova Fronteira, p.168)
Professoras: Camila, Flávia Medina e Renata
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