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22/09/2012

Desconecte-se e conecte-se

O mundo virtual é bom, mas não existe nele algo que substitua um beijo, um abraço, um afago, um toque, um chamego o contato com as pessoas. Temos passado muito tempo na internet e pouco tempo com outras pessoas.
Existe uma Lei Municipal  que dispõe sobre local de uso de aparelhos de telefonia celular:
Alguns pais questionam sobre essa "proibição". Em um artigo publicado no site da PUC intitulado: “Uso excessivo de smartphone ameaça o aprendizado” podemos observar as seguintes reflexões:
"Ao invadir o "material escolar", a febre dos smartphones levanta discussões sobre as consequências ao aprendizado e a melhor forma de se lidar com esses aparelhinhos incorporados à rotina da sala de aula. A psicóloga Leila Cohn, diretora do Centro de Psicologia Formativa do Brasil, alerta que o uso excessivo do celular ameaça o desempenho do aluno". (...)
Segundo a especialista, há dois tipos de risco. O primeiro remete à dispersão dentro de sala, que estimula um tipo de organização mental sustentada por um estado de alerta, atendendo (ou tentando atender) a várias demandas externas ao mesmo tempo. “Há pouca disponibilidade de estar em contato consigo mesmo e com a atividade com a qual se está lidando. Por exemplo, o conteúdo exposto pelo professor, uma prova, um trabalho”, explica Leila. As consequências se agravam com síndromes como déficit de atenção e hiperatividade, o que “prejudica o crescimento da pessoa e o desenvolvimento intelectual”. O segundo risco, ainda de acordo com a psicóloga, vem da radioatividade emitida pelo celular: (...)
Por outro lado, as novas tecnologias do gênero, aplicadas na dose certa, contribuem para a expansão do conhecimento, acredita a professora do Departamento de Educação Rosália Duarte. Assim, o smartphone (numa tradução livre, "celular inteligente", com acesso à internet e aplicativos como mensagens instantâneas, e-mail e redes sociais) possibilita ao estudante "a expressão do seu pensamento e de suas ideias em diferentes linguagens, favorecendo a construção da autonomia intelectual”. Dentro da universidade, ela apoia o uso para o acesso ao conteúdo trabalhado em aula, tarefas complementares e contato com o professor. Para Rosália, a contribuição dessa tecnologia depende diretamente do modo com que é utilizado e dos objetivos:
– Tecnologias não são mágicas. Não solucionam os problemas, elas apenas contribuem para isso, quanto usadas da maneira correta – ressalva.
Conheça abaixo a história de pessoas que não desgrudam de seus telefones celulares
Excesso pode prejudicar socialização 
(...) O indivíduo fica muito ligado com a visão, a audição e o pensamento. Fica hiperestimulado com a tecnologia e desestimulado em termos sociais. Muitas vezes esse indivíduo se torna inábil em termos de socialização. Passa a ter uma pseudoconexão muito atrativa por meio do smartphone, que pode afastá-la das suas relações físicas.
Então... Desconecte-se do mundo virtual e conecte-se com as pessoas.

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