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27/09/2012

Capelozza participa do bate-papo com Pedro Bandeira

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Através de uma variada programação composta por oficinas, palestras, workshops, atrações artísticas e exposições pretendemos contribuir com a formação crítica dos alunos de escolas públicas e particulares, universitários, pais, entre outros públicos que visitam o evento. 
Ressaltamos que o Festival da Cultura realizado pelo Colégio Cristo Rei é aberto a todos com entrada gratuita.
Nossa escola teve a honra de participar do evento, levando alunos do terceiro e quintos anos para o bate-papo com os escritores Pedro Bandeira, Natália Marques e Vitor Dias da Silva.
Um dos principais autores brasileiros de literatura infanto-juvenil, Pedro Bandeira de Luna Filho nasceu na cidade de Santos, em São Paulo, no dia 9 de março de 1942. Aí ele se envolveu seriamente com o teatro amador, campo no qual atuou até 1967 como intérprete, encenador e cenógrafo; nesta área ele também teve uma passagem pelo teatro de bonecos.
Em 1961 ele foi para São Paulo com o objetivo de cursar Ciências Sociais na USP. Nesta cidade ele encontra seu grande amor, Lia, com quem se casa e tem três filhos – Rodrigo, Marcelo e Maurício -, que lhe dão cinco netos: Michele, Melissa, Beatriz, Júlia e Érico.
Sua vivência na área de Comunicação – no Jornalismo e na Publicidade – teve início em 1962, quando o escritor ingressa no periódico Última Hora, passando posteriormente a trabalhar na Editora Abril, na qual circulou por várias revistas. Bandeira ressalta a importância de sua experiência jornalística para sua carreira literária, pois o profissional da imprensa é obrigado a dominar assuntos os mais diversos ao escrever sobre eles.
Pedro aprendeu, assim, a dedicar a cada público-alvo uma escrita distinta, desde os adolescentes até os profissionais especializados. Ele também buscou recursos na psicologia e na educação para compreender questões delicadas que envolvem o leitor infantil, tais como a idade em que as crianças veem o pai como um herói, ou o momento em que esta imagem se desconstrói e a figura paterna é criticada e questionada.
Bandeira recebe então a proposta de criar uma coleção de livros para crianças. Sua primeira publicação é "O dinossauro que fazia au-au", de 1983, já aclamado pelo leitor infantil. Seu grande sucesso literário, porém, foi a obra "A Droga da Obediência", de 1984, direcionado para o público adolescente, no qual ele se especializou.
Esta obra é a primeira da série que ficará conhecida como Os Karas, integrada por A Droga da Obediência, Pântano de Sangue, Anjo da Morte, A Droga do Amor e Droga de Americana! Seus personagens são detetives, um grupo clandestino que investiga eventos misteriosos.
Desde 1983 Pedro Bandeira vem devotando todo seu tempo para a prática da literatura. Sua fonte inspiradora são os inúmeros livros pelos quais o autor já navegou e sua própria experiência existencial. Ou, às vezes, ela brota até mesmo das cartas e mensagens que seus fãs lhe enviam toda semana.
Hoje este escritor é um dos que mais vende livros na faixa adolescente – pelo menos 8,6 milhões de exemplares até 2002. Além disso, ele também realiza conferências em todo o país, especialmente para professores, sobre leitura e alfabetização. Bandeira publicou, até agora, mais de 50 obras, entre as quais se destacam: A marca de uma lágrima, A Hora da verdade, Descanse em paz, meu amor, Prova de Fogo, entre outros.
Autor amplamente premiado, já conquistou, entre outros, o Prêmio APCA, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, e o Prêmio Jabuti, oferecido pela Câmara Brasileira do Livro. Hoje ele vive em São Roque, ao lado da família. Fonte
A saída da escola e chegada ao evento:
Animação e expectativa se misturam...
O evento:

Fotos com fãs:
Entrega de uma carta dos alunos para o autor:
Ao voltar do evento todos foram unânimes em dizer: "Pedro Bandeira é uma simpatia e muito humilde". (...)
O topo da inteligência é alcançar a humildade. Textos Judaicos
A humildade é a base e o fundamento de todas as virtudes e sem ela não há nenhuma que o seja. Miguel Cervantes
A humildade exprime, uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém. Paulo Freire

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