Licensa

15/05/2012

Faça seu semelhante mais feliz...

Pegue seu "sorriso"
E presenteie a quem nunca teve um.
Descubra uma "fonte"
e banhe quem vive na lama.
Use sua "valentia"
Para dar força e ânimo a quem não sabe lutar.
Tenha "esperança"
E viva em sua luz.
Descubra o "amor"
E passe a conhecer o mundo.
Pegue um "raio de sol"
E faça-o brilhar onde reina a escuridão.
Pegue uma "lágrima"
E ponha-a no rosto de quem nunca chorou.
Descubra a "vida"
E ensine-a a quem não sabe entendê-la.
Pegue sua "bondade"
E dê-a a quem não sabe dar!
Gandhi

Trailer do filme Gandhi (legenda em português)

O tsuru feito de papel se tornou símbolo de paz recentemente, como resultado da história de uma jovem japonesa chamada Sadako Sasaki. Sadako nasceu em 1943. Tinha 2 anos quando a bomba atômica foi lançada em Hiroshima - Japão, em 6 de Agosto de 1945. Muitos vizinhos de Sadako morreram, mas Sadako não tinha se ferido. Ela cresceu. Sadako era uma garota forte, corajosa e praticava atletismo. Em 1955, depois de participar de uma grande corrida e fazer seu time vencer, ela se sentiu extremamente cansada e com tonturas. Depois que a tontura passou, Sadako pensou que devia ser apenas consequência do esforço para corrida. Um dia Sadako voltou a sentir muita tontura e não conseguiu levantar. Foi levada ao hospital e diagnosticada com Leucemia, a "doença da bomba atômica". A melhor amiga de Sadako, Chizuko foi visitá-la no hospital. Levou-lhe papéis de origami e contou-lhe sobre uma velha lenda japonesa, a dos 1000 tsuru. Chizuko explicou que o tsuru é uma sagrada ave japonesa, vive 1000 anos e que se uma pessoa dobrasse 1000 tsuru de papel teria um desejo concedido. Sadako ficou com esperança de que os deuses concedecem-na a cura e então pudesse correr novamente. Assim, Sadako passou a dobrar os tsuru de papel, sua família frequentemente visitava-a no hospital, consersava e ajudava Sadako a dobrar os tsuru. No entanto antes de completar os 1000 ela veio a falecer, no dia 25 de Outubro de 1955, aos 12 anos. O principal dessa história é que ela nunca desistiu. Ela continuou a dobrar os papéis enquanto morria. Inspirados na sua coragem e força, Seus amigos e colegas de sala montaram um livro com as cartas escritas por ela e publicaram. Dessa maneira, eles começaram o sonho de construir um monumento para Sadako e para todas as crianças que faleceram devido a bomba atômica. Jovens japoneses passaram a arrecadar dinheiro para esse projeto. Em 1958, a estátua de Sadako segurando um tsuru dourado foi construído no Parque da Paz em Hiroshima. As crianças também fizeram um desejo, escreveram na estátua e leram-no: "Esse é o nosso grito. 
Essa é a nossa oração. Paz no mundo!
Rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Composição: Vinícius de Moraes e Gerson Conrad
Destruição da infraestrutura de Hiroshima
(...) "A competência técnico científica e o rigor de que o professor não deve abrir mão do desenvolvimento do seu trabalho, não são incompatíveis com a amorosidade necessária às relações educativas. Essa postura ajuda a construir o ambiente favorável à produção do conhecimento onde o medo do professor e o mito que se cria em torno da sua pessoa vão sendo desvalados. É preciso aprender a ser coerente. De nada adianta o discurso competente se a ação pedagógica é impermeável à mudanças". (...)
(...) O professor que realmente ensinar, quer dizer, que trabalha os conteúdos no quadro da rigorosidade do pensar certo, nega, como falsa, a fórmula farisaica do "faça o que mando e não o que eu faço". Quem pensa certo está cansado de saber que as palavras a que falta corporeidade do exemplo pouco ou quase nada valem. Pensar certo é fazer certo. (...)
(...) Faz parte igualmente do pensar certo a rejeição mais decidida qualquer forma de discriminação. (...)
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
Saberes Necessários à Prática Educativa
Paulo Freire

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