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04/04/2012

Literatura Infantil

Na leitura dos semanários da semana passada, observei que alguns professores haviam programado a leitura e o desenvolvimento de algumas atividades a partir da leitura dos livros abaixo. Vejamos o por que.
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Usando de astúcia e imaginação, um ratinho vai criando um monstro terrível e assustador, o Grúfalo, e diverte-se espantando seus predadores. Mas qual não é o seu espanto ao ver sua imaginação personificada à sua frente. O Grúfalo, de Julia Donaldson, é uma divertida fábula sobre os poderes da nossa imaginação. As bonitas ilustrações, de Axel Scheffler, complementam a graça do texto e convidam a acompanharmos o ratinho em seu passeio pela floresta.

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Julia Donaldson
Autor
Julia Donaldson nasceu em 16 de setembro de 1948 em Londres; estudou dramaturgia e francês em Bristol, na Inglaterra. 
Ela procura estar sempre escrevendo livros, letras de música e peças; também gosta de visitar escolas e bibliotecas onde há workshops de teatro e contadores de histórias. Julia também realiza trabalho voluntário para o Citizen Advice Bureau. É casada com Malcolm Donaldson e tem três filhas. 
A ideia original de "O Grúfalo" era uma lenda folclórica que incluía um tigre, mas não havia combinação com minhas rimas; então criei o Grúfalo. 
Atualmente ela escreve músicas para a televisão BBC for Kids, mas também trabalha como editora e ensina inglês em uma escola de 2o grau. 
Entre seus hobbies estão tocar piano, andar, pedalar e estudar a natureza, principalmente flores e fungos.

Apesar das advertências do pai, o filho do Grúfalo sai sozinho pela floresta durante uma noite fria e escura. Seu propósito é encontrar o grande e feio Rato Mau. Mas será que esse tal de Rato Mau, devorador de grúfalos, existe mesmo? Afinal, o que é fantasia e o que é real quando podemos utilizar nossa perspicácia para sobreviver? A inteligência, utilizada como método de sobrevivência por um ratinho indefeso, fez surgir O Grúfalo. Agora, em O Filho do Grúfalo, a criatura inventada pelo pequeno roedor cria outra, num desdobramento criativo e surpreendente. Este livro foi sucesso de crítica na Inglaterra, reverenciado pelos principais jornais britânicos, como Daily Mail e Daily Telegraph. E, assim como O Grúfalo, O Filho do Grúfalo vem conquistando cada vez mais países, em diferentes idiomas, além de prêmios importantes. Afinal, tal pai, tal filho.

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O curta de animação “The Lost Thing” ou “A Coisa Perdida” foi o grande ganhador do Oscar 2011 em sua categoria de melhor curta de animação. Dirigido por Andrew Ruhemann e Shaun Tan, o filme de 15 minutos é uma adaptação do livro de Shaun Tan que faz parte da coleção“Lost & Found”.
O curta conta a história de um menino que encontra por acaso uma criatura na praia e tenta achar uma casa para ela. “The Lost Thing” concorreu no Oscar 2011 contra “The Gruffalo”, “Let’s Pullute”, “Day & Night” e “Madagascar, a Journey Diary”. Colocarei abaixo o vídeo para que você leitor possa tirar suas próprias conclusões se a escolha foi justa ou não. 



Para refletir:
Porque ninguém percebeu “a coisa”, só a criança?
Que tipo de sentimento “a coisa” despertou no menino?
Quais críticas a sociedade e a convivência humana há nesse filme?

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