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06/02/2012

O que esses filmes tem em comum?

No ano de 2011 tivemos o prazer e a honra de contarmos com a participação do Psicólogo Gilson Cardoso da Secretaria Municipal da Educação em nosso período de Planejamento. Foi uma experiência riquíssima.
  Uma das atividades propostas para o grupo foi essa, que serviu de tema para desta postagem: O que esses filmes tem em comum?


Só depois da reflexão acima, entramos propriamente no tema da palestra “Refletindo sobre inclusão”. O palestrante questionou o grupo: “Inclusão de quem e para quem”? E afirmou: “Se todos os alunos são especiais, porque a inclusão só para alguns”? 
Acreditamos que muitos jamais tinham pensado na inclusão a partir dessa perspectiva, ou seja, todos os alunos são especiais e diferentes. Na prática não deveria nem haver esse movimento tanto de “exclusão” no passado, como da luta pela “inclusão” no presente. Todos os alunos apresentam dificuldades em algo e todos são capazes de aprender. 
Na reflexão acabamos lembrando algo óbvio e conhecido por todos, mas que ainda não está “internalizado” na mente e no “coração" das pessoas: “Educação é um direito inalienável, garantido por lei”! Quantas vezes ouvimos professores e até diretores se colocarem contra a inclusão. Quantas falas preconceituosas, discriminatórias, e desumanas já presenciamos nesses anos todos trabalhando na educação. E essas falas vêm justamente daqueles que deveriam não só compreender como defender e lutar por essa causa. Mas, sabemos que, infelizmente, na prática não é isso o que acontece. 
Para quem gosta e se interessa por trabalhar com filmes, é interessante consultar o material abaixo:
Catálogo de resenhas de filmes
Programa de Formação de Professores Alfabetizadores

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