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17/01/2012

Inclusão: Um tema polêmico dentro da escola

Na Revista Nova escola ha uma matéria sobre as principais dúvidas sobre a inclusão.
Coloco abaixo algumas das perguntas que são respondidas por especialistas: 
O texto na integra pode ser encontrado em: clique aqui
Como ter certeza de que um aluno com deficiência está apto a frequentar a escola? 
As turmas que têm alunos com deficiência devem ser menores? 
Quantos alunos com deficiência podem ser colocados na mesma sala? 
Quem tem deficiência aprende mesmo?
Em que turma o aluno com deficiência deve ser matriculado? 
Alunos com deficiência atrapalham a qualidade de ensino em uma turma? 
Como os alunos de inclusão devem ser avaliados? 
Como lidar com as inseguranças dos professor?
Como preparar os funcionários para lidar com a inclusão? 
Como trabalhar com os alunos a chegada de colegas de inclusão? 
O que fazer quando o aluno com deficiência é agressivo? 
Entre outras (...).
Como estamos começando a nos preparar para o planejamento escolar, além de pensar nessas questões (que são inevitáveis) precisamos nos organizar para sensibilizar professores, funcionários e alunos quanto a aceitação sincera e comprometida com essas crianças. 
O que fazer quando a criança com deficiência é alvo de bullying?
Nesse caso temos dois "problemas" complexos para resolver. O bullying também será alvo de nossas reflexões futuras.
Uma dica:
Filme Amargo Pesadelo (1972) Quem não viu o filme, independente desse pedaço de genialidade, assista é muito bom! 
Cena antológica. Leia o texto e depois veja o vídeo. 
Repare na expressão do garoto; no inicio ele parece triste e pequeno, mas à medida que toca seu banjo ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar sua expressão triste em um sorriso contagiante, contaminando todos com sua alegria, a alegria de um autista que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro. O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície. Depois, ele volta para dentro de si, deixando sua parcela de beleza eternizada por acaso no filme Amargo Pesadelo (1972). O garoto não é ator, apenas um autista que residia no local onde estavam sendo feitas as filmagens. Pararam em um posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme. Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto!
Aproveite o encantamento do vídeo e acredite que o milagre acontece quando menos se espera.

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